Espetáculo de dança “Pontilhados”, do Grupo Experimental, será realizado na Avenida Rio Branco e propõe uma caminhada poética pelas ruas históricas da região

O Bairro do Recife recebe, neste fim de semana, uma programação gratuita que atravessa diferentes linguagens artísticas, do frevo à dança contemporânea.
Entre os destaques estão apresentações musicais no Paço do Frevo, uma roda de capoeira voltada ao protagonismo feminino e o espetáculo itinerante “Pontilhados”, do Festival Palco Giratório, que transforma as ruas históricas do bairro em cenário para uma experiência poética sobre memória e cidade.
Sexta-feira (29)

Hora do Frevo, às 12h
O projeto Hora do Frevo promove o encontro entre o flautista e saxofonista Valdemir Silva, o multi-instrumentista Rodrigo Samico e o pandeirista Pedro Simões. O repertório reúne frevos inéditos e autorais, releituras de clássicos do gênero e versões de Choro, Bossa Nova, Jazz e MPB reinterpretadas em arranjos inspirados no Frevo.
Desvendando Mestras e Mestres, às 15h
O maestro Lúcio Henrique participa do projeto Desvendando Mestras e Mestres em um bate-papo sobre sua trajetória na música e no Frevo. Músico, professor, regente e diretor musical do Grêmio Musical Henrique Dias, ele compartilha experiências e memórias ligadas à cultura popular pernambucana. A participação é gratuita e aberta ao público.
Sábado (30)

Roda de Capoeira das Mulheres, às 15h
O Paço do Frevo recebe a Roda de Capoeira das Mulheres, promovida pela Abadá Capoeira. A atividade integra a programação do Recife das Mulheres, iniciativa da Secretaria da Mulher do Recife voltada à promoção de direitos e ao enfrentamento da violência de gênero. Além da prática da capoeira, a programação inclui momentos de diálogo e conscientização com participação de convidadas. Não é necessário realizar inscrição prévia.
Domingo (31)
Espetáculo de dança “Pontilhados”, às 16h30
O Festival Palco Giratório, do Sesc, leva ao Bairro do Recife o espetáculo de dança “Pontilhados”, do Grupo Experimental. A apresentação será realizada na Avenida Rio Branco e propõe uma caminhada poética pelas ruas históricas da região, convidando o público a refletir sobre memória, patrimônio e ocupação urbana a partir da arquitetura e das vivências presentes no território.
Fundado no Recife em 1993, o Grupo Experimental de Dança traz em suas obras uma crônica sobre a cidade e seu povo. Suas produções abordam temas como política, cultura e memória urbana, levando essa perspectiva a todas as regiões do Brasil e a países como Peru, Argentina, Portugal e Espanha.

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