Funcionalidade integrada ao aplicativo TJPE+ conquistou o 1º lugar no 3º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário, promovido pelo CNJ, na categoria Tecnologia Judicial Inovadora

O Alerta Mulher, funcionalidade desenvolvida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) em parceria com o Porto Digital e a startup Capyba, conquistou o 1º lugar no 3º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A solução foi reconhecida na categoria Tecnologia Judicial Inovadora.
Integrado ao aplicativo TJPE+, o Alerta Mulher foi desenvolvido para agilizar a atuação da rede de proteção em situações de violência contra a mulher. Em casos de emergência, a usuária pode acionar instantaneamente uma rede de contatos de confiança previamente cadastrada. Os contatos recebem a localização da mulher em tempo real e orientações para acionar a polícia ou prestar ajuda imediata.
A iniciativa também contou com a participação do Instituto IDEIAS. Em 2024, o projeto foi selecionado para o Gov2Gov Innovation Incubator, programa internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que promove mentoria especializada e intercâmbio de experiências entre governos de diferentes países.
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A partir dessa experiência, e em articulação com a Coordenadoria da Mulher do TJPE, o IDEIAS, a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC), o Porto Digital e a Capyba Software, a solução passou por uma reestruturação para ser incorporada ao TJPE+. A integração ampliou o alcance da ferramenta e trouxe novos recursos de segurança e efetividade para o serviço.
O Alerta Mulher também passou a integrar o sistema internacional da OCDE, que reúne iniciativas de 38 países voltadas ao aperfeiçoamento de políticas públicas, à troca de experiências e à disseminação de boas práticas para o desenvolvimento econômico, social e sustentável.
Como utilizar

Para utilizar o Alerta Mulher, é necessário acessar o aplicativo TJPE+ e selecionar o ícone roxo da funcionalidade na página inicial. No primeiro acesso, a usuária deve realizar um cadastro com nome, e-mail, telefone e CPF e criar uma senha.
Em seguida, é preciso cadastrar os contatos que poderão ser acionados em uma situação de ameaça, como familiares e amigos. Para isso, basta informar o nome da pessoa e vinculá-lo ao respectivo número de telefone.
Com a ferramenta, o TJPE amplia o uso da tecnologia como instrumento de proteção e resposta rápida em situações de violência contra a mulher, conectando Poder Judiciário, rede de apoio e recursos digitais.

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