Atividade “Do Dojo para a Economia Criativa: o que podemos aprender, como trabalhadores do conhecimento, praticando artes marciais” foi realizada no Munen Mushin Dojo

Aprender a cair e saber levantar. Driblar ou abraçar a adversidade. Decidir desviar ou lidar com uma situação. Essas são expressões podem ser ditas tanto em um tatame, durante uma aula de Aikido, quanto no ambiente de trabalho, durante a rotina profissional.
E foi explorando essa conexão entre artes marciais e desenvolvimento profissional que estudantes da Residência Tecnológica participaram, na quarta-feira (13), da atividade “Do Dojo para a Economia Criativa: o que podemos aprender, como trabalhadores do conhecimento, praticando artes marciais“, realizada no Munen Mushin Dojo, no Bairro do Recife.
Conduzida por Tadeu Marinho, sensei e 4º dan de Aikido, além de programador e gestor, a vivência propôs uma reflexão sobre como princípios presentes nas artes marciais podem ser aplicados ao cotidiano das organizações e ao trabalho do conhecimento.

Ao longo da atividade, foram abordados temas como disciplina, foco e presença no desenvolvimento profissional, além de gestão de conflitos, tomada de decisão, inteligência emocional e os impactos da relação entre corpo, mente e performance na rotina de trabalho.
“Quando a gente fala que é ‘do Dojo para as organizações’ é justamente no sentido de pensar como conceitos que aprendemos aqui dentro, como resiliência, antifragilidade, comunicação, distanciamento, interação e inteligência emocional, podem ser levados para as organizações da economia criativa”, explicou Tadeu.
E, aproveitando que o encontro aconteceu longe das salas de aula e das telas, a experiência não ficou apenas na conversa. Os estudantes também participaram de um momento prático no tatame, experimentando exercícios introdutórios de Aikido e colocando em prática os conceitos discutidos ao longo da vivência.
“O Aikido traz muitos aprendizados tanto para a vida profissional quanto para a vida pessoal. A ideia é entender como esses ensinamentos podem ajudar na forma como lidamos com pessoas, conflitos, pressão e desafios do cotidiano”, completou Marinho.

Para Moisés Carlos, estudante da Residência Tecnológica que participou da atividade, um dos momentos mais marcantes foi a reflexão sobre sair da zona de conforto e ampliar a forma de enxergar a própria trajetória profissional.
“Eu gostei muito da parte que falamos sobre buscar sair da zona de conforto, porque isso é algo que a gente tem que levar para a vida. Ainda mais na área em que estamos, não dá para ficar preso só no nosso quadrado e esquecer do resto”, comentou.
Segundo ele, a experiência superou as expectativas e trouxe aprendizados que pretende carregar para além da formação acadêmica.
“Foi um momento muito esclarecedor. Eu estava esperando uma coisa e foi 30 vezes melhor. É algo que certamente vou levar para a vida”, destacou.
Localizado no coração do Porto Digital, o Munen Mushin Dojo foi pensado justamente para aproximar desenvolvimento humano, tecnologia e economia criativa. Para Tadeu, a escolha do Bairro do Recife como sede do espaço não aconteceu por acaso.
“É um espaço para desenvolver o potencial humano, unindo tecnologia, cultura e formação humana de um modo geral”, concluiu.
O Munen Mushin Dojo fica na Rua Mariz e Barros, 311, no Bairro do Recife. Informações sobre horários e aulas experimentais podem ser obtidas no perfil oficial do espaço no Instagram, @munenmushindojo.

Comments are closed, but trackbacks and pingbacks are open.